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GASTRONOMIA DE MARROCOS

Méchoui – Prato tipico da gastronomia Marroquina

No roteiro Pra lá de Marrakech… vamos almoçar um Méchoui em bivouac nas dunas de Chegaga!

Viajar com os cinco sentidos é a melhor forma de conhecer o lugar que se escolhe como destino.
O tacto, a visão, o olfato e a audição são os sentidos que recebem com maior intensidade as influências da zona. Porém o paladar é um dos que costuma apresentar maiores dificuldades na sua imersão, devido ao número de oportunidades para consumir os pratos mais comuns em todo o mundo.
Entretanto, quando o viajante encontra uma cozinha como a marroquina, não tem outra opção que deixar-se levar por seus encantos, suas cores, suas temperaturas, seus contrastes e, sobretudo as suas tradições.

“Méchoui”, verdadeiro emblema local, trata-se de um carneiro assado no espeto sobre brasas, bem barrado com manteiga. Enquanto assa, lentamente, vai sendo borrifado com água salgada e amanteigada. A carne deve cozer lentamente sem ficar queimada, no final é polvilhado com cominhos e sal, a carne deve poder afastar-se facilmente dos ossos com a ajuda dos dedos.

Muitas vezes é convidado um especialista nesta confecção, um “Chouaye”, que o traz à mesa na hora da refeição.
O carneiro é uma das carnes mais consumidas e associadas a várias festividades, este prato é considerado uma especialidade nacional.

FEZ E A SUA MEDINA

Fez e a sua Medina

A mais antiga das cidades imperiais e dona da primeira universidade do mundo, Fés é o centro nevrálgico de Marrocos. A sua medina (cidade velha) é a maior cidade medieval Islâmica do mundo ainda “viva” e nada nos prepara para o que vamos encontrar deambulando e perdendo-nos naquelas ruelas e becos estreitos.


Imagine entrar por um portão, seguir por uma viela e voltar ao passado. Assim é entrar na Medina de Fez, a cidade antiga datada de 970 D.C. Esqueça computadores, smartphones, ou outras tecnologias modernas. Não que eles não funcionem por lá, mas porque simplesmente não fazem sentido dentro daquele contexto.
Caminhar pelas ruas estreitas, por vezes escuras, sujas e barulhentas exige alguma dose de coragem, quase como entrar em um filme de Indiana Jones.

MARRAKECH A CIDADE VERMELHA

 

Marrakech a cidade vermelha

Para quem nunca entrou em África, entrar em Marrakech é mais ou menos como descobrir um novo mundo ou ser transportado para uma nova dimensão.

Não é preciso sequer ver os minaretes que rasgam o horizonte para perceber que se está num país islâmico; basta ouvir o canto hipnótico amplificado pelos altifalantes das mesquitas guiando os fiéis para a oração. Também não é preciso ver o deserto para perceber que ele está ali bem perto: ele pressente-se na poeira suspensa no ar e nas casas e muralhas de tons ocres. Mas para realmente captar a alma de Marraquexe é preciso acionar todos os sentidos e mergulhar sem reservas no labirinto da sua zona histórica, entre muralhas quase milenares.

No início, estranha-se a confusão de gente, bicicletas, motoretas e até carroças que constantemente ameaçam a segurança dos peões, mas depois os sons, as cores e os cheiros dos souks acabam por se entranhar na pele. Damos-lhe uma dezena de razões para se render a este destino mágico.

SINTA A PRAÇA JEMAA EL-FNA, PERCA-SE NA MEDINA, MERGULHE NOS SOUKS…

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